
Informações recentes, daquelas espalhadas por aí, dão conta de que o presida da Cê-Bê-Efe, Ricaço Peixeira, vulgo Ricardo I, o Imperador Supremo do Futebol Brasileiro e de Todos os Chutadores de Bolas (mesmo sem nunca ter chutado uma redonda na vida), estaria ralando peito do trono, ops, do comando máximo do futebol brasileiro. Pelo visto, bateu medinho das denúncias de corrupção e malfeitos (falando em bom dilmês), divulgadas depois daquelas famosamente infames declarações de que cagava montão pras denúncias contra ele.
Caso seja confirmada, a renúncia será uma vitória daqueles que não toleram a marra daqueles que mandam em tudo nessa vida. Mas aí eu pergunto: de que adiantará? Afinal de contas, essa é a Cê-Bê-Efe, e sabemos o tipo de gente que lá se instala, considerando-se que esse é um problema não só de anos, nem mesmo de décadas - mas de quase um século inteiro, mesmo.
Senão, vejamos: basta vermos quem é o vice-presidente geral da bagaça toda. É o ex-presidente da Federação Paulista, José Maria Medalhim, que demonstrou todo o seu preparo ao cargo ao afanar, na frente das câmeras, uma medalha de campeão da Copa São Paulo que seria dada ao terceiro goleiro do Corinthians. Imaginem vocês o que ele não faria com a taça da Copa do Mundo, por exemplo - a única dúvida seria onde ele iria enfiar aquilo tudo. E o segundo vice é o atual presidente da FPF, Marco Polo del Nero, aquele que gosta de ver o circo pegando fogo (Nero, fogo... Entenderam? Hã? Hã?). Ou seja, não haverá diferença nenhuma na Corja dos Boludos Fantasiosos. Só um monte de nome diferentão que ninguém faria esforço pra falar.
Resumindo: o Ricaço Peixeira fora da Cê-Bê-Efe seria apenas um a menos. Mas ainda teria mais um monte de gente pra dedetizar do futebol brasileiro.
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